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Segunda-Feira, 17 DE Setembro DE 2018

Começar a semana pensando...

Tenente-coronel Queiroz, da PM Ambiental do MS...sobre a frustração dos policiais que combatem o tráfico de animais.

"Isso é muito frustrante para nós, é duro ver o criminoso deixar a delegacia, ainda mais porque sabemos que a possibilidade dele cometer o mesmo crime é grande”.

Ednilson Paulino Queiroz, tenente-coronel da Polícia Militar Ambiental do Mato Grosso do Sul, sobre a liberação de traficantes de papagaios-verdadeiros após serem presos. A declaração está na matéria “Espremidos em caixas de papelão, filhotes de papagaio são alvo de traficantes em MS; 69 foram salvos nesta sexta”, publicada em 14 de setembro de 2018 pelo portal G1

Pelo fato de as penas para esse crime sere inferior a dois anos (“menor potencial ofensivo”), os casos são submetidos à Lei 9.099/1995, que dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais e abre a possibilidade da transação penal e a suspensão do processo.

Agrava a situação a Lei 12.403/2011, que estabeleceu o fim da prisão preventiva para crimes com penas menores que quatro anos de prisão, como o de formação de quadrilha.
O tráfico de animais silvestres é o crime da impunidade.

- Leia a matéria completa do portal G1
- Releia “O inferno dos papagaios-verdadeiros - Parte 2”, publicado pelo Fauna News em 16 de setembro de 2018, que aborda o caso dos 69 papagaios apreendidos

Postado por Dimas Marques às 08:00

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