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Segunda-Feira, 05 DE Novembro DE 2018

Começar a semana pensando...

...sobre o tráfico de guepardos pela internet.

Usuários de países do Golfo Pérsico, com destaque à Arábia Saudita, estão envolvidos“Seja online ou em um mercado de animais, a venda de filhotes de guepardo vivos pode ser devastadora para as populações selvagens nas áreas de onde são originários: leste da Etiópia, norte do Quênia e Somália/Somalilândia”.

Patricia Tricorache, diretora assistente de comunicações estratégicas e comércio ilegal de vida selvagem no Cheetah Conservation Fund (CCF), na matéria “Comércio ilegal de guepardos continua através de redes sociais”, publicada em 1º de novembro de 2018 pelo site O Eco

A matéria destaca:

“- Entre fevereiro de 2012 e julho de 2018, 1.367 guepardos foram anunciados como disponíveis para venda em 906 postagens nas mídias sociais, de acordo com a nova análise do Fundo de Conservação para os Guepardos (Cheetah Conservation Fund). Quase todas as ofertas investigadas aparentam ser ilegais.
- Só o Instagram contabilizou 77% dos posts, seguido pelo 4sale, um aplicativo de celular do Kuwait, e pelo YouTube.
- A análise diz que quase todas as postagens têm alguma conexão com os países do Golfo Pérsico, sendo mais de 62% dos usuários provenientes da Arábia Saudita.”


- Leia a matéria completa de O Eco

Guepardos são criados como pets por endinheirados do Golfo Pérsico

Postado por Dimas Marques às 11:00

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